Esconderijo

dos Gigantes

|| Sinopse

Hanabi quer ser a mais alta de sua tribo. Bonjongo começou a andar e nunca mais parou. Hanabi é vila. Bonjongo é estrada. Isolada em uma vila que valoriza a grandeza física, Hanabi fica encantada com a altura que Bonjongo consegue chegar e com o mundo que ele carrega. Já Bonjongo tem desejo por água, e com o encontro tem a primeira parada de sua jornada.

 

“Esconderijo dos Gigantes” fala do encontro entre dois seres de culturas diferentes que, na mistura entre o medo e a curiosidade do diferente, passam a aprender sobre o outro e questionar suas próprias verdades.

 

É desse encontro  que “Esconderijo dos Gigantes” alimenta sua dramaturgia construída durante o processo de montagem. O outro alimenta desejos que nem sabia ter guardado. De descobrir novas palavras. De treinar para ser gigante. De retirar o excesso de peso. De lendas. De sonhos. De futuros compartilhados, modificados pela partilha.

|| Ficha Técnica

Dramaturgia: Andrei Bessa, Gyl Giffony e Andréia Pires

Elenco: Andreia Pires e Gyl Gifonny

Stand in: Edmar Cândido

Direção: Andrei Bessa

Trilha Sonora: Ivan Timbó

Figurinos e Adereços: Themis Memória, Isac Bento e Filipe Arara

Cenário: Themis Memória e Inquieta Cia.

Produção de palco: Geane Albuquerque

Iluminação: Andrei Bessa

Operador de som:  Lucas Galvino

Preparação em técnica circenses: Eric Vinícius

Supervisão técnica (luminária): Wallace Rios

Fotos: XXXX e Igor Cavalcante Moura

Produção: Inquieta Cia. 

Duração 45 mins

Classificação Indicativa Livre

 
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|| Currículo do Espetáculo

24º Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga (CE)

26º Festival de Inverno de Garanhuns (PE)

43º FENATA - Festival Nacional de Teatro (Ponta Grossa - PR)

V Bienal de Par em Par (Fortaleza e Sobral - CE)

XI Festival de Teatro de Fortaleza (CE)

Circuito Ribeira, em Natal (RN)

Temporadas

Teatro Sesc Emiliano Queiroz - agosto/2015, setembro/2016

Cuca Mondubim - setembro/2015

Teatro Carlos Câmera - janeiro/2017

Cuca do Ceará - maio/2018

|| Críticas

Hanabi e Bonjongo, distantes dos arquétipos de príncipe e princesa que se apaixonam e se amam para sempre, trazem à tona uma outra forma de pensar o crescer e o viver das fantasias. Sem remeter ao amor romântico, sua história parece evocar uma outra forma de viver, nada fácil, que tem mais a ver com amizade ou colaboração e que se conclui com uma viagem para solucionar a crise de estar em apenas um lugar, mesmo junto. Mas lembremos que não são as possíveis “lições de vida” que estão só em jogo, a moral dessa história é também sua forma de mostrar aos mais jovens alternativas às representações cristalizadas das relações humanas.

Manoel Moacir, a convite do XI Festival de Teatro de Fortaleza

|| Produção

Montagem

Tempo de montagem - 4 horas

Ensaio técnico - 2 hora

Tempo de desmontagem - 50 mins

Cenário

05 Volumes: bambus com 16kg e 330 x 35 x 20cm; mala com 20kg e 120 x 50 x 80cm; 02 caixas com 5kg e 80 x 80 x 80 cm; 01 caixa com 6kg e 100 x 40 x 60 cm. 

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Fotos

Mapa de palco e luz

Equipe 05 integrantes