
manifesta
inquieta

O que pode um coletivo? O que o move? O que deseja, o que sonha? Que ventos lhe atravessam o peito? Que forças o sustentam, que rupturas o atravessam?
Pode um coletivo virar pássaro? Pode este coletivo tocar o impossível?
Coletividade incisiva, intensiva, intempestiva. Nascida da dúvida que rói por dentro, dquela coceira que não passa. A pergunta que não se satisfaz com uma única resposta, busca sem ponto final. Um ciclo de questionamento, experimentação e transformação. O mínimo que se move quando tudo parece imóvel.
Reinvenção constante, estamos pela jornada e pelo tropeço. A força que emerge da vulnerabilidade. Queremos a faísca que incendeia o debate, o ruído que perturba o silêncio.
Nascemos da fissura e habitamos a brecha,
na fresta, no espaço entre
o que é e o que pode ser.
tentamos de novo e inventamos caminho.
Aqui insistimos. Aqui falhamos,
Onde nada está pronto,
onde tudo ainda pode começar.